Vale
Dezembro 8th, 2007Que tal novos rumos para carreira, figurante de comercial…
Campanha da Africa para Vale do Rio Doce, ou melhor, só Vale.
Que tal novos rumos para carreira, figurante de comercial…
Campanha da Africa para Vale do Rio Doce, ou melhor, só Vale.
Livro Infantil para a aula de Design Autoral.
Leia o livro na integra. (http://www.marcelmelfi.com/dino)
Conto com o voto de todos para minha estampa postada no camiseteria.
Espero que gostem!!!
Já se passava das 9:00 PM rumo a Cruzeiro, eu achava que a viagem ia ser bem mais longa, mas levamos menos de 3 horas até lá.
No carro, estavam o Ismael Lara e Anderson Lima da Bayer, Estanislao diretor da Zgraph e eu Marcel, ganhei a chance de acompanhar as filmagens.
Depois de todo trabalho que a equipe da Z teve para criar a campanha de Kinetomax, era empolgante estar na etapa do comercial com o material a ser exibido.
Cruzeiro é uma cidade pequena mas muito bonita, e refletia bem o espÃrito que buscávamos para o comercial.
As 5:30 AM já estávamos de pé. Nossa primeira parada era em uma fazenda nas redondezas e tÃnhamos que chegar cedo para pegar o céu da manhã e capturar as imagens para o pack shot.
Posso dizer que de todas as cenas, essa foi a mais difÃcil.
Dentre os nossos contratempos estavam:
Vacas envergonhadas que insistiam em ficar de costas para a câmera, fazendeiros interessados em aparecer no comercial, um céu birrento que estava muito claro para ser considerado azul, um suspeito incêndio no fundo da fazenda (na verdade foram só umas folhas secas que começaram a soltar fumaça, mas atrapalharam de qualquer forma), entre outros…
SaÃmos de lá e fomos para a revenda, que nos cedeu o espaço para as filmagens.
Sob olhares curiosos dos clientes e dos concorrentes, montamos o cenário, trouxemos o equipamento, colocamos as 200 caixinhas de Kinetomax montadas manualmente por uma garota da Tamanduá Films e por mim (bom, essa parte não foi tão legal!).
Conheci os atores Henrique Benjamin que seria o produtor preocupado e Roberto Rocha que seria o balconista da Loja.
Achei interessante como ao mesmo tempo toda a equipe cumpria suas funções interagindo entre si, os atores decoravam suas falas enquanto o figurinista ajeitava a manga da camisa do Henrique e a maquiadora cuidava do rosto do Roberto. a desmontar e arrumar a bagunça que fizemos na loja.
O Técnico de luz se comunicava com o pessoal que estava fazendo o cenário tentando achar o
melhor angulo para as embalagens em vÃdeo.
Assim que concluÃmos o cenário e os atores, começamos a filmar.
Depois de algumas engasgadas, os atores fizeram bem seus papéis, então precisávamos filmar a mesma cena de outro ângulo.
Essa cena levou umas 6 horas para ser filmada e acabou sob os aplausos da equipe que rapidamente começou a desmontar e arrumar a bagunça que fizemos na loja.
As filmagens estavam concluÃdas, boa parte da equipe já havia saÃdo de lá.
Nos despedimos dos donos da revenda com uma agradável sensação de trabalho bem feito.
Sem muita pretenção, fizemos um filme para a aula de video design na faculdade.
Está muito ruim mesmo, ninguem deu muita bola para ele já que o filme principal era o 1001 noites mesmo, mas ta engraçado.
Filmado em dois dias, com nenhum orçamento, atores obrigados, pouco animo da equipe, vale pela diversão.
Aguardo comentários.
Existiu uma época nos quadrinhos em que tudo era fantástico, as historias eram inocentes e criativas, O bem e o mal bem definidos.
Normalmente o vilão que usava uma roupa absurda criava um plano maluco e sem sentido para dominar o mundo, e os heróis criavam alguma coisa como conversor de molécula instáveis X que acabava com o vilão no ultimo minuto.
Eram historias ingênuas e para crianças mesmo, no melhor estilo Stan Lee.
Depois vieram Alan Moore, Frank Miller, Grant Morrisson e os quadrinhos mudaram para sempre com sua violência, polÃtica, e sexo em historias complexas e inteligentes.
Mas os antigos leitores, e alguns mais interessados ainda buscam a nostalgia das grandes aventuras dos anos 60.
Esses leitores vão adorar então o novo filme do quarteto fantástico, que parece ser escrito pelo Stan Lee em pessoa, já o resto do publico eu não tenho tanta certeza.
O filme tem o mesmo clima de sitcom do primeiro, mas a ação começa desde o inÃcio com a chegada do Surfista Prateado.
E sim ele é incrÃvel, desde seu visual até sua personalidade triste e pensativa.
Sua presença no filme é tão impactante que até o filme se torna mais densa e um pouco assustadora (sinceramente, não consegui expressar nada alem de risos do Dr.Destino no primeiro filme), pois a todo o momento sentimos Galactus se aproximar.
Falando nisso Galactus realmente é uma nuvem, na verdade ele é igual aos quadrinhos, mas fica envolto em fumaça chegando a terra, mas sabe de uma coisa, ficou impressionante.
Nos heróis mesmo não grandes mudanças, o tocha ainda é o irresponsável, o coisa o sentimental, a mulher invisÃvel a mãezona, o único que está diferente é o Sr.Fantástico, que assumiu mais o lado de lÃder do grupo, ficou um pouco mais confiante.
Porém ele protagoniza uma das piores cenas de efeitos especiais de todos os tempos, uma dança com seus poderes em sua despedida de solteiro.
Todas as cenas que ele utiliza a elasticidade são vergonhosamente mal feitas, o que é estranho, pois todos os outros integrantes são bem feitos, até o coisa ficou com mais aparência de pedra mesmo.
Outra novidade é a inserção do fantasticarro, que acrescenta muita adrenalina na batalha final.
Agora minha verdadeira tristeza é ver um dos maiores vilões da Marvel sendo tão descaracterizado, não vou me estender, pois me dá desanimo, mas o Dr.Destino está mais uma vez medonho.
Mas no geral o filme agrada e diverte, gostaria de ter visto com meus 10 anos, ia aproveitar bem mais.
Obs. Agradecimento ao Eduardo Barosa que conseguiu os ingressos para pré-estréia!!!